Vereador é preso por posse ilegal de arma em operação contra desvio de emendas no MA; ex-vereador e mais 15 são alvo

Operação contra desvio de emendas mira vereador e ex-vereador no MA

Vereador é preso por posse ilegal de arma em operação contra desvio de emendas no MA; ex-vereador e mais 15 são alvo
Vereador é preso por posse ilegal de arma em operação contra desvio de emendas no MA; ex-vereador e mais 15 são alvo (Foto: Reprodução)

Operação contra desvio de emendas mira vereador e ex-vereador no MA
O vereador de São Luís, Beto Castro (Avante), foi preso nesta segunda-feira (15) por posse ilegal de arma de fogo durante o cumprimento de um mandado de prisão na operação Benedict, que investiga um esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares com participação de facções criminosas. Além dele, o ex-vereador Umbelino Júnior e outras 15 pessoas são alvo da operação.
A ação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), com apoio da Polícia Militar do Maranhão (PMMA).
Ao todo, a Justiça autorizou 17 mandados, sendo sete de prisão preventiva e dez de busca e apreensão, expedidos pela Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados.
Os mandados de prisão foram expedidos contra:
Lucivânia Silva Alves Siqueira
Robson de Oliveira Siqueira
José Roberto Santos Cunha
Cristiana Serra Duarte Cunha
Evânia Maria Sousa Nicácio
Evano Hícaro dos Santos Soares
Josué Santos da Silva, conhecido como “Gaspar”
O g1 tenta contado com a defesa dos investigados.
Operação Benedict investiga um esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares com participação de facções criminosas
Divulgação/Gaeco
Além das prisões, as ações também atingem três empresas: o Instituto Sê Tu Uma Bênção, a Comercial Alves e Serviços Eireli e o escritório Elmo Contabilidade Ltda.
Segundo o Ministério Público do Maranhão (MPMA), a operação busca desmontar uma organização criminosa suspeita de desviar dinheiro público destinado a projetos financiados por emendas parlamentares.
Inicialmente, a Justiça havia autorizado mandados contra outras três empresas. No entanto, as diligências foram canceladas após a constatação de que os estabelecimentos já estavam fechados. A operação segue em andamento.

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